Essa é a Telecaster que eu comprei barata, regulei e incrementei o hardware.
Instalei nela um circuito de “Treble Bleed”, para minimizar a perda de agudos quando se diminui o volume da guitarra.
Essa é a Telecaster que eu comprei barata, regulei e incrementei o hardware.
Instalei nela um circuito de “Treble Bleed”, para minimizar a perda de agudos quando se diminui o volume da guitarra.
Depois de passar raiva e bater boca na Tok & Stok, só mesmo um blues pra esfriar a cabeça.
Guitarra -> Amplug AC 30 -> Notebook
Testando como ele reage às variações de volume com a G&L Tribute ASAT :
Com a Gibson Explorer 84 e o FifaFuzz (Bertola Super Fuzz que eu fiz para presentear um amigo):
Quando construí meu Tubescreamer, o layout da Tonepad oferecia duas opções de modelo (TS-808 e TS-9) e mais duas de clipagem (simétrica e assimétrica).
Na curiosidade de saber a diferença, chaveei as duas opções para testar e ver de qual eu mais gostava.
Nesses testes eu tento demonstrar a diferença entre as opções, usando a Yamaha Pacifica e o Peavey Classic 20.
Clipping simétrico vs assimétrico:
TS-808 vs TS-9
A diferença é muito sutil, mas eu percebo um ataque mais seco na distorção simétrica e no TS-9.
Feliz 2012!
Durante a semana do Natal, a HostPHD (PHD em incompetência) me deixou cinco dias sem site nem e-mail, inclusive profissional. Resolvi trocar de hospedagem e aproveitei para migrar o Blog para o domínio nazar.net.br. O nome NAZAR, com o qual eu já havia batizado meus pedais, é uma homenagem à minha avó Amélia, e é também o nome de um amuleto turco que previne mau-olhado.
Graças ao cache do Google, consegui recuperar alguns posts dos quais eu não tinha backup. Aos poucos, o blog vai voltando ao ar.
O fenômeno Groovin’. Há uns 5 anos, o mercado brasileiro foi inundado com instrumentos dessa marca, de presumível produção asiática, custos baixíssimos e falhas de acabamento bastante evidentes. Nunca vi um site com informações oficiais sobre a Groovin’, e os instrumentos foram desaparecendo das prateleiras.
Um dia, passeando por uma loja, o preço dessa Telecaster (GTE 400) me chamou a atenção, para uma guitarra com aparência bonita e uma madeira que parecia boa. Só que ela soava muito mal e estava péssima de tocar. Como eu queria aprender um pouco de luthieria, resolvi comprá-la para usar como cobaia.
Foi nela que fiz o primeiro nivelamento, o primeiro nut, primeira regulagem de tirante, primeira modificação de ponte para as cordas atravessarem o corpo.
A cada mudança ela foi se tornando um instrumento mais confiável e soando melhor. Se eu comprasse uma guitarra nova com o mesmo valor que investi em peças, acho que não ficaria tão boa. E eu não teria aprendido nem me divertido tanto.
O amplificador é meu xodó AcedoAudio 296, acompanhado de dois pedais que eu mesmo fiz: Um Tubescreamer (aos 02:25) e um Orange Squeezer (aos 5:00)
Os amigos mais próximos sabem os perrengues que eu passei tentando comprar um amplificador feito à mão: Um ano cobrando o “fabricante”, esperando um prazo que se multiplicou por várias vezes, ligações ignoradas, desculpas sem nexo e uma boa relação de camaradagem praticamente jogada no lixo.
Há poucos meses, depois de reaver o que eu havia pago como sinal (com uma boa correção, verdade seja dita), tive a chance de pegar um amplificador feito por um dos grandes nomes da produção artesanal de amps, o Paulo Acedo, de SP.
O amp é o modelo 296, de 30w, 1 caixa de 12″. Fiz este vídeo para demonstrar o som dele com meus pedais e minha G&L Legacy.
Para a ficha técnica completa, é só assistir ao vídeo no Youtube.
Escutar a coluna do José Simão na Band News, no programa do Ricardo Boechat, já virou item obrigatório na minha rotina.
Por isso resolvi homenagear seu hit single “El Tango de La Macacada”, regravando-a como se tivesse sido arranjada pelo Pink Floyd.
E eles botaram no ar hoje! Estava ouvindo rádio na esteira da academia e quase caí quando escutei.
Segue um MP3 da minha participação no quadro:
“O finalzinho salvou”, rárárá!
Ultimamente tenho me dedicado ao meu lado baixista, devido a um novo trabalho que estou iniciando. (Detalhes em breve)
Por isso aproveitei o final de semana para fazer um bom setup no meu baixo, na verdade o primeiro em 5 anos: Nivelamento / abaulamento / polimento dos trastes, intonação, tirante, limpeza e ainda apertei uns parafusos!
Ele ficou com uma pegada bem confortável e aquele “ronco” de instrumentos com ação mais baixa do que o fabricante recomenda
Acho que vai ficar ainda melhor depois que as cordas envelhecerem um pouco.
Daí, como eu comprei um amplificador barato para fazer as apresentações, resolvi fazer uma gravação para escutar como o baixo recém-regulado soaria nele. O som parece bem diferente quando a gente não está tocando o instrumento.
Coloquei 2 microfones na frente, puxei uma saída de linha e fui vendo no que isso ia dar…
Faz um tempo que eu queria fazer um teste assim. Gravar e filmar três takes ao vivo, cantando e tocando um instrumento em cada um. Essa música é perfeita para isso.
As faixas de vídeo são as mesmas dos takes que eu aproveitei:
A webcam perdeu sincronia e gravou a imagem lenta em vários trechos. Fiz uns cortes para disfarçar, mas não me esforcei muito…
As faixas de áudio estão praticamente sem edições, exceto por 3 frases curtas na voz do “Paul” e uma nota no solo de guitarra.
Equipamento usado: